quinta-feira, 25 de agosto de 2016

O Incontrolável Amor de Deus




 Áudio


O incontrolável Amor de Deus.

Um dia eu fui um homem e eu caminhei pelas terras altas procurando o meu caminho. Eu queria encontrar aquele que seria o meu Reino.

Eu vim de uma história triste, de muitas famílias brigando, de muitas disputas de poder. E quando eu e meus familiares chegamos perto de um rio, ali seria construído um grande Reino. Os homens vieram carregando as barracas... Os homens vieram trazendo as nossas posses, as mulheres, as crianças.

E ali foi edificado, a princípio uma aldeia. Depois, um Templo – como era de costume na época – se construía a Torre para Deus, antes de construir a Torre para o homem. E eu fui morar nesse ambiente. Trazido do nada, crescido da terra, construído pelas mãos de homens que tinham fé.

E ali nós passamos grande parte da nossa vida, na luta pela construção. E quando, uma das primeiras edificações estava ficando pronta, o meu pai que já era mais velho, faleceu. E eu, que era um jovem ainda – muito imaturo – assumi o trono.

Um trono que não era feito de ouro. Um trono que não tinha uma coroa. A minha coroa era a minha história, as minhas memórias, as memórias de honradez, de conquistas da minha família, crenças que a minha família tinha, forças herdadas dos meus ancestrais.

E ali, nós fizemos a nossa morada. Uma morada que precisou de muito, muito esforço. Cada dia era um vencimento. Cada tempo que passava, cada mês que se passava, cada Lua que se erguia no céu... Era para se olhar para trás e comemorar o esforço que foi feito.

Então nós nos reuníamos, em torno de uma fogueira, à luz do luar... E passávamos a limpo tudo aquilo que estávamos fazendo juntos – eu e o meu grupo. E ali, com todo aquele esforço naquela vida, o meu grande aprendizado foi aprender que Eu Sou o que Eu Sou. Desde que eu possa estar com os outros.

Eu aprendi que Eu Sou o que Eu Sou, quando eu posso compartilhar.
Eu Sou o que Eu Sou, quando sou capaz de pedir ajuda, quando sou capaz de receber a inteligência do outro, de reconhecer o bem do outro. Porque, todos juntos, criamos uma grande força.

E assim passávamos as semanas, passávamos os meses, sempre nos reunindo. Sempre sentados à luz da Lua, aquecidos pelo fogo, comendo a comida que nós mesmos estávamos plantando, cultivando, cuidando.

Foi uma vida de extremo sacrifício. Onde, todo o nosso povo, abriu mão de vaidade, abriu mão de desejos, porque fomos escolhidos pela simplicidade. Foi um momento de mudança. O meu povo estava sendo convidado a mudar, a fazer diferente, a viver diferente.

Nós saímos de uma cidade grande, de um lugar grande, rico, porque nós não queríamos mais a guerra. Nós fomos desertores de um outro Reino, meu pai, minha família, os amigos, pessoas muito honradas que não queriam mais brigar.

Então, nós nos retiramos e fomos embora caminhando, sem ter nada. Guiados pela Lua, guiados pelas estrelas, buscando um canto onde não incomodássemos ninguém. Onde não tivéssemos mais que disputar pelo desejo, pelo sonho, pelo dinheiro, pela comida, ou apenas por um olhar negativo de alguém – não queríamos mais a guerra. E a única forma foi ir embora do conflito.

Mas pagamos um preço, honrado, pelas nossas escolhas. E esse preço foi morar num lugar nunca antes habitado. E construir, do nada, um Reino que acolhesse as nossas pessoas, as nossas cabeças, nossos filhos e nossas crenças.

E assim, eu, lutei durante a minha vida inteira, para oferecer aos outros e a mim mesmo o fruto de uma escolha muito consciente de não mais brigar.

Eu Sou El Morya. E está foi uma de minhas vidas de grande aprendizado. Um aprendizado que eu compartilho com vocês, meus amados irmãos, filhos da minha luz. Não briguem. Acabou o tempo das brigas. Acabou o tempo de buscar, ganhar o seu em detrimento de alguém.

Foi-se o tempo da necessidade da supremacia do ego, da vaidade, das disputas, das necessidades exageradas. Contentem-se com pouco e terão muito. Eu não falo aqui de pobreza. Nem de abrir mão dos seus poderes e dos seus conhecimentos, ao contrário.

Meus amados é o momento de usar toda a sua força a seu favor. De construir as casas aonde não existem casas. E de compartilhar, de aprender a conviver com as pessoas, de aprender estar com as pessoas. De edificar o seu caminho do bem.

De fazer com que seus grupos de amigos se unam para falar na palavra de Deus. Que seus colegas – pessoas que pensam como vocês – se encontrem a cada Lua, à beira da fogueira, para falar o nome de Deus. Conversar sobre Deus, conversar sobre o Trabalho Espiritual.

Servir a Deus é servir a sua própria elevação acima de tudo. Muitos fazem a caridade doando aquilo que lhes é supérfluo. A verdadeira caridade é doar aquilo que lhes é mais caro, que é o seu tempo e a sua consciência.

Então pense em você. Pense quem você é. Pense quem é esse Eu Sou que está dentro de você. E a cada dia que abrirem os olhos, se comprometam com o seu dia, porque é você quem faz o seu dia.

As situações kármicas, os aprendizados, assim como os desafios que estão no seu caminho, ali estão para você provar a você mesmo, que você é o seu Eu Sou. Não reclamem da vida, não reclamem da sua colheita, porque vocês estão hoje, colhendo exatamente aquilo que plantaram, num passado não tão remoto.

A sua vida hoje é o reflexo de tudo o que já foi, tudo o que você já fez, tudo o que você escolheu. Reconheça a sua Luz, porque cada lição que está no seu caminho, foi uma lição escolhida por você mesmo, para você mudar.

E nunca, aponte a lição do outro. Nem diga que a vida do outro é fácil, porque esse respeito a dor e sofrimento, aos seus parceiros e colegas na caminhada é que torna você um Ser de Amor.

Eu Sou o que Eu Sou, se tornou o meu mantra. O mantra em que eu tive que me tornar um homem humilde. De Chefe, de Rei, de orientador do meu grupo, a lição que eu tiro maior de todas é a humildade. Porque sozinho eu não pude reinar. Eu precisei de cada uma daquelas pessoas para me acolher, me amar e me suportar. Assim... Eu me doo com amor. E eu recebo com amor.

Ofereço a vocês a minha energia da Chama Azul. Me sinto como vocês, honrado, por fazer parte dessa grande mudança que acontece no Planeta. Uma mudança que acontece dentro de cada um.

Recebam as minhas bênçãos e luz. E caminhe na Consciência do Eu Sou. A cada dia, sendo, se tornando um Ser humano melhor, do que aquele que acordou com você, hoje.

Eu Sou o que Eu Sou.


Tenham Luz e tenham Paz. 

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Fonte: mariasilviaorlovas.com.br 
Data: 24/08/2016
Canal: Maria Silvia P. Orlovas
Local: Espaço Alpha Lux


- O texto de transcrição do áudio foi levemente editado para uma melhor leitura.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

O Desconforto da Mudança - Saint Germain




 Áudio

O desconforto da mudança.

Ainda que uma mudança seja esperada e desejada. No momento em que ela acontece, naturalmente vem o sentimento de que está tudo errado. Naturalmente vem o olhar crítico, a raiva, a mágoa e as vezes até o choro.

Porque ainda que você queira a transformação e você queira coisas novas na sua vida. E você tenha feito planos, desejado que isso acontecesse. 

Na hora que uma mudança vem na vida de uma pessoa, muitas vezes a resistência interior pode se mostrar maior do que você imaginava que fosse.

Por isso nós perguntamos a vocês: 

- Como vocês sentem a mudança? Como vocês se colocam frente a uma coisa nova na vida de vocês? 

Pensem nisso de uma forma honesta, não apenas uma resposta adequada. 

Busque no fundo da sua alma, no fundo da sua percepção, do seu coração. Se você está aberto ao novo. Porque o novo nem sempre está totalmente encaixado dentro das suas regras. 

Muitas vezes uma coisa nova na sua vida. Uma situação nova, um emprego novo, um trabalho novo, um amor novo - não vem do jeito que você imagina. Não segue as suas regras, não se encaixa exatamente dentro das suas expectativas. 

Então, cabe a você olhar pra si mesmo e se adaptar ou não a esse novo. O novo quando ele chega ele precisa do seu espaço, da sua liberdade para se encaixar onde você vive. 

Seja o que for que você vive, seja qual for o seu novo, ele requer um tempo seu. Uma permissão sua para a adaptação.

E nessa hora é preciso de paciência. É preciso de resiliência, de adaptação e de humildade.

Toda situação nova, toda pessoa nova, todo sentimento novo - vem para transformar, vem para abrir espaço, vem para criar em você uma possibilidade. 

E quanto mais resistente você for, quanto mais exigente você for, maior será também o seu sofrimento. Aceite o novo, aceite o tempo do novo, aceite o seu próprio tempo de adaptação.

Seja qual for a sua transformação, seja qual for o seu movimento é preciso criar um espaço dentro de você. Um espaço de paz, um espaço de abertura, um espaço de amor pra que as coisas fluam em você.

E esse movimento de transformação acontece dentro de você. 

Não tenham medo daquilo que não conhecem. No momento em que você imprime um medo ao novo momento, um medo as novas circunstâncias, um medo as novas pessoas que podem cruzar o seu caminho. 

Você está pré-julgando, você está dizendo que será difícil, que pode dar errado. Que as pessoas podem não ser boas, que você pode errar e se enganar.

Quanto mais aberto for o seu coração, quanto mais permissivo ao milagre divino. Mais fácil estará esse milagre de se manifestar na sua vida.

Usem a sua mente criadora, usem a força do seu intelecto pacificado, usem o templo limpo do seu coração para permitir que o novo faça novos desenhos. Novas beleza, novas possibilidades em você.

Imagine que o novo é como uma nova comida. Em que você lava sua panela cuidadosamente, pra que ela possa receber aqueles novos ingredientes e fazer algo bom, fresco, especial pra você.

Se você usar para fazer uma nova comida uma panela suja, com restos de outras refeições a possibilidade é de que a sua comida nova seja estragada por todos os restos que ali estão guardados.

Agora, hoje é o momento de purificações. De limpezas, porque esse novo está vindo para o mundo. Esse novo está chegando em todos os lugares.

É o momento de abrir mão de muitas coisas, de deixar aquilo que não serve mais para você para trás. E de abrir espaço para você receber coisas novas de maneira otimista.

Por que pensar meus amados, que o futuro será um lugar triste de se viver? 
Por que imaginar que uma pessoa nova que vem pra a sua vida, trará angústias e decepções?
Por que imaginar que um novo trabalho pode ser um fracasso?

Não coloquem dores antigas em novas possibilidades que estão abrindo para cada um de vocês. 

A Era de Aquário se faz presente na vida de cada um. Agora é o momento de viver essa experiência de expansão, de crescimento com um novo olhar.

Nós ainda vemos aqui nesta sala, muitas pessoas tristes. Carregadas com o seu passado, repletas de suas histórias, pesadas como as suas tristezas. Apagadas por suas próprias sombras.

Mas nós afirmamos: - Vocês não precisam ser assim! Vocês podem ter todas essas bagagens, mas, não precisam carregá-las ao longo da vida.

É o momento de despertar planetário, a Era de Aquário está se firmando no Planeta. E é importante abrir a consciência para essa realidade. 

Um novo tempo se faz em mentes abertas. Um novo tempo se faz em páginas em branco. 

Pensem nisso, pensem em como está o seu complexo mental?

Como está a sua mente? Como está o seu coração?
O que você pensa? O que você flui?
O que você vibra todos os dias?
Será você meu irmão, minha irmã uma panela suja? Será você um recipiente cheio de restos? 

O que você está oferecendo para criar o seu próprio destino? O que você está oferecendo para cultuar o seu amanhã?

Não se guardem, não se fechem nas mágoas do passado. 

O futuro pode ser um bom futuro, se ele colocar os seus pés, as suas raízes num presente limpo, purificado.

Eu Sou, Saint Germain. E a minha energia, a minha vibração é de esperança. 

A minha força, o meu poder e a minha palavra é de abertura. 

E de vocês eu preciso de uma panela limpa, de uma página em branco, de uma terra harmonizada. São esses os ingredientes do coração puro de um devoto.

Vocês podem ter amor no coração, mas, se carregarem tantas dores do passado, esse peso inibirá a evolução de vocês.

Purifiquem, transformem e se libertem de suas muitas memórias. E de suas muitas mágoas.

A panela vazia e limpa é o maior presente que vocês podem oferecer a si mesmos, e a mim.

Um caminho de luz e uma vida de amor é o que eu vibro nesse momento para cada um de vocês. Façam, acolham a presença da Nova Era em suas vidas agora.

Porque o futuro da Era de Aquário já chegou. E hoje é o amanhã.

Vivam em harmonia e sigam em paz.


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Fonte: mariasilviaorlovas.com.br 
Data: 17/08/2016
Canal: Maria Silvia P. Orlovas
Local: Espaço Alpha Lux


- O texto de transcrição do áudio foi levemente editado para uma melhor leitura.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Por que eu amo sempre pessoas difíceis?


Ilustração: Sara Biddle

 Áudio

Um dia me perguntei: Por que eu amo sempre pessoas difíceis? Por que as dores vêm para mim? Por que eu mereço passar pelas situações que eu vivo passando?

Eu sempre olhei, para mim mesma, como uma mulher especial, como uma pessoa bonita, como alguém que tinha apenas méritos. E eu não entendia porque passar por situações que desagregavam a minha luz.

E cada amor e cada encontro, e cada momento era como se eu tivesse que me despir das minhas crenças... Me despir da minha beleza... Me despir de todas as coisas que me formavam como a pessoa que eu era.

E não havia acaso, eu sabia o que estava acontecendo, eu só não entendia porquê. E eu sei que muitos de vocês, que hoje me ouvem, compreendem perfeitamente bem o meu sentimento de desconcerto, de não entendimento, de fracasso pessoal.

Porque, o que eu mais queria – o que eu mais quis – era ter um amor que me legitimasse. Era me sentir inclusa, reconhecida, valorizada, pelo homem que eu amava e pela sociedade. E era um mundo de valores e de riquezas e de necessidades. Só que eu acreditava que eu acreditava que aquele mundo era o meu mundo, que eu pertencia àquele mundo e que eu deveria ser feliz naquele mundo.

E quanto menos as coisas aconteciam do meu jeito... E quanto menos eu entendia as quebras, as dificuldades e as dores, mais eu me afundava em mim mesma e mais eu me atirava à sedução. Querendo que tudo desse certo. Querendo arrumar todas as arestas. Querendo sempre sorrir, quando o meu coração chorava. Querendo sempre dizer que está tudo bem, quando dentro de mim não estava nada bem.

Eu vivi bancando as aparências, de ser uma pessoa feliz quando eu não era. E essas pessoas, esses parceiros, amigos, alguns sócios, foram pessoas que me ensinaram muito. Porque, eu queria coordenar. Eu queria que tudo o que eu fizesse saísse do meu jeito. Eu queria um mundo apenas de felicidade e de realização.

E quanto mais eu queria, menos as coisas aconteciam da minha forma. E aí eu apelei para o mundo negro. Eu busquei as soluções e acertos manipulativos. Eu não quis exatamente fazer mal a ninguém, mas eu quis apenas defender o que era meu, fazer o meu bem. Sem pensar que o meu bem faria mal a alguém. Não havia esse tipo de pensamento ou de escrúpulo da minha parte.

E com isso eu fui profundamente egoísta. Sem entender que eu era, sem perceber que eu era. E com isso, eu atrelei os meus pés na lama kármica de muitas ações egoístas. Sem entender, eu prendi a minha própria evolução. Porque eu queria exatamente o que eu queria. E por um tempo, a recompensa veio, por um tempo eu fui feliz.

Mas, em seguida eu tive mais desejos, em seguida eu tive mais sonhos, em seguida eu tive mais decepções. E novos feitiços e novas magias, e novos compromissos, eu criei.

E assim, a minha vida se passou em grandes abismos, em grandes picos. Momentos de entusiasmos, momentos de acreditar na vida e momentos de acreditar em nada. E quando eu me encontrei no astral, qual foi a minha surpresa em ver quem me acompanhava...

Era tudo muito obscuro. Eram muitas dores, muitas máscaras, muitos medos e muitas angústias. E ali eu aprendi a caminhar na dor. Eu aprendi que muitas das coisas que eu valorizava não tinha nenhum valor.

E, em alguns momentos, eu recebi ajuda amorosa. E, em outros momentos eu simplesmente não aceitei esses toques de amor porque eu não entendia que eu estava sendo corrigida, orientada e amada.

Eu ainda estava muito presa ao meu desejo de conduzir as coisas... Do meu jeito. Não havia em mim a compreensão do todo. Não havia em mim a aceitação do todo. Não havia em mim a percepção, de que nós só somos felizes se aqueles que estão a nossa volta, também estão vibrando felicidade.

Eu não sabia reconhecer esse aspecto da generosidade. Porque, como eu era rica, eu dava muitas coisas para as pessoas. Mas eu não sabia reconhecê-las. Eu não sabia enxergá-las. Eu não sabia sentir essas pessoas.

E naquele momento, entre as minhas encarnações, eu aprendi a olhar as coisas como elas são. E eu aprendi, depois de muito sofrer, que nem tudo eu controlava. E que era ótimo, quando eu era guiada, quando eu era conduzida, quando eu conseguia ouvir as boas palavras, os bons sentimentos de alguém.

Eu percebi, que no meu desejo de conduzir tudo, eu tinha fechado a minha percepção á orientações de outros. Eu percebi que eu tinha sido muito orgulhosa. E aí eu vim, em outras vidas, sempre buscando o mesmo patamar: de riqueza, nobreza, um casamento de alguém que me sustentasse, uma relação com um homem que me cuidasse como mulher.

E com isso, eu acabava voltando nos mesmos erros, amando alguém que não me correspondia da forma que eu queria... Sofrendo por isso, brigando por isso. E assim foram várias existências, muitas existências. Porque eu queria que o outro me sustentasse da forma que eu achava que era correto. Eu queria que o outro me amasse da forma que eu achava que era a correta.

Eu não estava disponível ao amor, nem estava disponível ao aprendizado. Nem estava disponível a fazer por mim mesma.

Eu queria ser cuidada. E aí, tudo o que eu cuidava, estava envolvido na energia da sedução, da paixão e no desejo do controle. E assim foram muitas vidas. Sempre no mesmo padrão, sempre nas mesmas histórias.

Até que eu fui despertando no mundo espiritual. E compreendendo que eu não queria mais repetir as mesmas histórias. E eu fui tocada pela Chama Violeta. Eu fui tocada pela Elevação Espiritual. E eu reconheci, em mim, a necessidade do aprendizado, de ser mais humilde para receber, de me permitir ser guiada.

Eu compreendi que esse movimento não tirava de mim a beleza, nem a altivez e nem todas as coisas importantes que eu valorizava. Ao contrário, essa consciência me abria para ser ainda mais bela, ainda mais sábia e ainda mais forte.

E é isso que é quero passar a vocês hoje, homens e mulheres: vocês não conduzem a vida. Há uma forte sabedoria, há um tremendo poder em observar a vida; em se deixar guiar pelos aprendizados, em ouvir as pessoas, em trabalhar a força interior.

E vocês mulheres, assumam o seu poder. Deixem de querer que um homem a sustente, dê força, ou cuide de vocês como se vocês fossem bonecas de louça. Despertem para o seu poder, despertem para a sua luz. Não brigue pelo poder, apenas assumam. Não é preciso brigar.

Uma mulher plena na sua luz, reconhece o seu valor. E tem o parceiro como O Parceiro. Não se permitam cair na necessidade de que o outro nutra aquilo que é seu, aquilo que é o seu Eu, aquilo que é a sua luz.

É o momento das mulheres despertarem para o seu poder. Vocês não precisam estar sozinhas, mas vocês podem e devem ser unas na sua capacidade e na sua luz.

Eu Sou Maria Padilha. E faço do meu caminhar a minha evolução.

Ainda, em alguns lugares, partes do meu ser... Colegas, vibrações e energias, que fazem parte da Corte onde eu vivi, ainda se misturam com a escuridão do sofrimento e das magias.

Mas, a Força do meu Eu é livre. E está conectada a serviço da Evolução.

E o meu compromisso é com as mulheres, em fazê-las despertar. E o meu compromisso é com os homens, também libertando do peso de carregar uma mulher. Nenhum homem tem a obrigação ou a necessidade de carregar uma mulher.

As mulheres são seres livres, fortes e lúcidas no seu poder. E os homens também são livres e devem se juntar a elas, apenas pelo único laço real, que é o Amor.

Reverenciem as suas parceiras, pela Luz que elas devem ter.

Reverenciem os seus parceiros, pela Luz que eles devem ter.

E sejam vocês, quem vocês devem Ser: espíritos livres. Livres, inclusive, da necessidade de se achar – aqui na Terra – homens ou mulheres. Porque, no Plano Espiritual, o sexo não é a maior referência.

O Eu Sou é Luz pura e completa das duas vibrações: o Yin e o Yang. E nessa vibração eu deixo a minha mensagem:

Vocês amam e amaram pessoas difíceis, meus amados, porque vocês também são difíceis. E estão afastados da Consciência do Eu Sou.

Façam por Aprender. Façam por Evoluir. Façam por Amar.
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Fonte: mariasilviaorlovas.com.br 
Data: 10/08/2016
Canal: Maria Silvia P. Orlovas
Local: Espaço Alpha Lux


- O texto de transcrição do áudio foi levemente editado para uma melhor leitura.